sexta-feira, 18 de outubro de 2013


Juras de amor


Outra vez falando contigo
Relembrando o que passou
Só deixas-te beleza e gratidão
Noites de alegrias e prazer
Sempre com um sorriso em seus lábios
Não havia solidão




O Tempo que nos escondem
A distância que nos separou
As noites de lua cheia, que fiz juras de amor
Ti sentido na brisa suave, e nos encantos do arrebol
As estrelas cintilavam
Mas forte era o meu amor














Imagino sentir teu perfume
Imagino teu respirar
Colado em meu corpo não queria despertar
Ainda que a distância seja grande
Amiga! Sempre ei de ti amar.


poema de Elias Barbozza


quarta-feira, 9 de outubro de 2013



Indecisão 


Por mais que mim veja forte
Por mais que queiram minhas mãos segurar
No meu quarto passo noites em claro
Em busca de um resposta
Que parece não chegar



Ainda que um sorriso me cubra a face
Escondendo  ocultando os dilemas vividos 
A decepção, o medo e a vergonha
De histórias insanas e mentirosas
Dos que querem destruir o meu destino



Corro, caminho, busco transpirar
Ando, nado, deixo a adrenalina fluir
Deito, durmo, sonho com o prazer
Levanto, canto extravaso minha alegria



Já cansado de tantas indecisões
Vejo a cidade que amanhece 
Cercada por camadas de neblinas
Da janela eu já posso ver
A rotina que mais uma vez recomeça.

  





Poeta Elias Barbozza



sexta-feira, 27 de setembro de 2013


A marca do amor
 
 


 
 

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:

Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a ideia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao
conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:

Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o porquê daquela CICATRIZ.

A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:

- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo.

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe
correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente... Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:

- " Minha filhinha está lá dentro! " Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

 Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhado, então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam, sem saber o que dizer ou fazer, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZES. Não falo das CICATRIZES visíveis mas das cicatrizes que não se veem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou com nossas ações.

Essas cicatrizes eram nossas, mas Jesus, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..

Essas também são marcas de AMOR.

Nunca se esqueça disso!



Essa mensagem eu lie hoje no encarte do Jornal Gazeta Digital de Alagoas, e gostei muito, o autor é desconhencido.


 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

 
 
Em Cada Sonho
Tema do Titanic
 
 
 
 
 
 
Mas uma canção na voz do barítono e jornalista Elias Barbozza, essa canção não está nos meus dois CDs e sim, faz parte do repertorio romântico de casamentos, escutem!

domingo, 22 de setembro de 2013




Amargas Injúrias

 



Se a mente pudesse voar
Sair dentro de mim
Deixaria de aprisionado ficar
Em um corpo que chora o cruel desalinho











A dor sufoca meu peito
O desanimo enfraquece meu querer
Se gritar, ninguém escuta
Se chego, ninguém me ver.



A traição que muitos praticam
Por ganancia, ciúme ou inveja
Destrói a paz que eu tenho
Querendo parar  minha caminhada.





O canto singelo dos pássaros
A alvorada festeja o sol
O piano que tange os acordes
O lirismo harmônico dos versos
Da sublime canção do amor.



Como posso fingir que não sinto!
As amargas injúrias do viver
Entretanto, não silencio minha voz
A esperança vem ao amanhecer.

Poeta e Jornalista Elias Barbozza

domingo, 15 de setembro de 2013

 
 
Musica É o Amor
 
 
 
 
 
 
Para os verdadeiros apaixonados, e, que tem um grande amor e nele faz a vida florescer de gratidão e beleza. Faça com que seu amor seja eterno enquanto dure, a beleza do casamento está na harmonia e cumplicidade de compartilhar as delicias e as amarguras, sobretudo, temos que saber resolver as diferenças e seguir amando na comunhão do bem e da paz.



Cantor e jornalista Elias Barbozza

 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

 
 
CAPA DO CD 2013 
 
BARÍTONO ELIAS BARBOZZA
 
É O AMOR
 
 
 
 
Ao longo de 20 anos tenho dedicado minha vida a musica, seja instrumental ou cantada. Em 1998 concluí meu curso de musica canto na UFAL - Universidade Federal de Alagoas, e, desde então tenho buscado sempre fazer o meu melhor. Na certeza de poder compartilhar da minha voz com meus amigos e familiares.
Um trabalho que além das canções de adoração e louvor, traz também três musicas românticas, face de que canto em casamentos.
 
Escute, baixe e divulgue essa mensagem cantada para o seu coração.
 
 
 
Jornalista Elias Barbozza