segunda-feira, 4 de julho de 2016



O mundo se encontra 



Na maior tragédia esportiva no Brasil






Não é de hoje que a violência armada que desce dos morros e favelas cariocas faz sangrar corações. Bandidos blindados pela justiça e protegidos por leis ultrapassadas faz o Rio de Janeiro a capital mais sangrenta. A luz do dia centenas de homens, mulheres e crianças, são vítimas de balas perdidas e do terror social, comandado por traficantes, milicianos e políticos bandidos que dão apoio logístico a organização criminosa.
A indústria bélica parece que fabrica armas exclusivas para armar as diversas facções criminosas nos morros e centros brasileiros. No Brasil, em especial Rio de Janeiro, a corporação policial segue em decadência moral, social e espiritual; com baixos salários, se vendem fácil ao império do crime.
Policiais, sejam civis ou militares, estão aos montes exercendo atividades clandestinas a serviço do crime. Uma rotina de morte que estampa todos os dias as principais manchetes de jornais e TVs no Brasil e no mundo.
Governos passados e presentes se escondem através de carros blindados, enquanto a população serve de escudo humano caindo aos milhares pelas ruas. O clamor social faz descer lágrimas de sangue quando se pode ainda chorar. A dor já não faz o corpo sentir, mas a alma desmaia de cólera vilipendiada no extremo da concepção fisiológica.    

Não basta receber milhões para equipar e pagar folhas de pagamentos a segurança pública, se a causa não for debelada. Sim, não se podem corrigir os efeitos enquanto a causa se esconde por omissão do Estado. A banda podre de servidores da segurança tem coagido, tem assassinado e ferido os que através da lei procuram parar a pandemia insana do crime. Pouco mais de 30 dias se inicia uma competição esportiva mundial sediada no Estado do Rio de Janeiro. Milhares de atletas comissões técnicas e turistas chegaram para realizar e bater os grandes Recordes mundiais. Com efeito, as mazelas da crise social e guerra urbana entre policia e bandidos, pode desencadear uma crise institucional e diplomática; o Brasil e a cidade do Rio não tem a menor condição de segurança, de saúde e de decência para abrigar e recepcionar quem aqui chegar.

Aos pouco a imprensa e jornais do Brasil pagos para silenciar o terror e medo, saem do esconderijo midiático para não ser coparticipante dessa farsa montada por Sergio Cabral e o prefeito Eduardo Paes. Uma competição linda, emocionante, mas que nossos dirigentes a fizeram de forma suja, com desvios de recursos deixando apenas interrogações e questionamentos; o que pode acontecer?



Jornalista Elias Barboza

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